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26/08/2008

Com a Palavra, os Cartolas

Você acha que o estilo Agressividade durante o jogo do seu time, como Agressivo, Normal ou Passivo pode influenciar no resultado? De que maneira? Por quê?

surf_rocket: Influencia na marcação; um time que joga agressivo irá dar uma certa pressão no adversário, como se fosse uma marcação dura “homem a homem”; o normal seria um jogo com marcação mais por zona, cada um marcando por setor; e o passivo seria como se o time deixasse o adversário jogar e fazer seu jogo, um jogo mais limpo onde prevalece a técnica.

Se o time não tem tanta "habilidade", deve marcar mais; se for um time que toca bem a bola e acerta as jogadas, então deve jogar passivo, pois o time vai jogar mais na bola, que é um jogo mais bonito; mas é o agressivo que eu uso no meu time, pois eu não tenho muitos jogadores “habilidosos”, então se torna mais eficiente pois tem mais “pegada”.

tchetiba: Uso o agressivo desde que em divisões iniciais, pois com esta opção tanto os jogadores de meio campo como os defensores podem atacar, mas para isso a velocidade e a inteligência são quase que fundamentais para todos os jogadores, a primeira para terem capacidade de retorno em caso de contra-ataque e a segunda para que seu posicionamento seja preciso em relação aos outros jogadores de seu próprio time, não embolando no ataque aos avantes adversários.

henriquehf: Eu jogo no estilo normal, e acho que para o dirigente se adaptar corretamente ao seu time ele tem pelo menos que ter 1 mês de 3D, porque é pelo 3D que você analisa o seu time. Tenho certeza de que dependendo do modo que colocar influência, sim, na partida, pois cada estilo exige mais de cada atributo.

Por exemplo, já vi que usando o passivo os jogadores ficam bastante "perdido" no campo pelo fato de não chegarem forte nas divididas No agressivo parece que nos primeiros 45 minutos é tudo "mil maravilhas", os jogadores dão toda raça para roubar as bolas e depois cansam mais que o normal, e acho que esse possa ser um estilo que seja jogado melhor por jogadores com mais de 6 ou 7 de resistência No Normal acho que é o ideal para times de 8ª à 5ª divisão, porque eles "se poupam" mais na partida, jogadores com menos resistência se adaptam melhor nesse estilo.

liomarcr: Acredito na seguinte forma: o estilo pode influenciar no entrosamento do time, e não numa partida isolada. Acredito que se um time hoje está jogando agressivo, e por causa de uma partida ele tentar mudar a maneira (estilo) de jogo, creio eu que ele estará mudando todo o entrosamento, detalhe este que é muito importante no game (muitos dizem que é besteira) e talvez perdendo a partida que ele estava almejando ganhar, lembra sempre que o SIMmulador não é uma razão lógica...
Escrito por Eduardo Weber Scharf às 23:58
23/08/2008

Brasileirão rodada 9

Olá amigos do futebol MZ. Mais uma rodada de puro equilíbrio na parte superior da tabela do CB. O atual campeão Rolantense, o destemido ITAFUT 4EVER, o incansável Trica FC e o surpreendente Flavio Anseloni Futebol estão empatados respectivamente nas primeiras posições. Logo abaixo seguem os times que não sabem o que fazem no CB, se é para brigar pra não cair ou brigar no meio da tabela mesmo... Haja compaixão e misericórdia para quem está lá embaixo. Agravo Inominado e Cachoeirinha estão empatados com 13 pontos, logo atrás vêm Ourinhense, Tingua e H4K, ambos com 10 pontos. Na zona de rebaixamento vêm o Clube Atlético Praiano, Grêmio Garibaldi e Marcio FC. Rolantense e ITAFUT dividem o melhor ataque da competição com 23 gols marcados. A melhor defesa fica por conta do ITAFUT com 11 gols levados. O pior ataque é o do Marcio FC com 8 gols feitos e a pior defesa continua sendo a do S.E Cachoeirinha com 23 gols. Este leva muito hein?! Estou falando de gols minha gente! Agora vamos falar dos jogos da última rodada.



ITAFUT entrou no jogo com um único pensamento: matar a bezerra logo para garantir a boca livre no final do dia e foi isso o que ele fez. Venceu de virada o Marcio FC por 2x1 fora de casa usando uma contra-tática puxando a maioria das jogadas para a parte esquerda do campo, num esquema 3-4-3 jogando pelas laterais. O Marcio, por sua vez, jogou a partida com o esquema 4-4-2 equilibrando assim a partida. O jogo foi truncado e teve várias participações de ambos os goleiros, deixando o resultado magro.

Amigos, o Brasil acaba de ganhar uma medalha de ouro na modalidade queda livre! Quem venceu foi Marcio FC; está caindo pelas tabelas... Ele se encontra na última posição com 5 pontos ganhos. O ITAFUT 4EVER está na 2ª posição com 19 pontos.



Eu não ia falar, mas mudei de idéia. Que foi isso? Perder do Ourinhense até que é normal porque todo jogo é imprevisível no CB, mas levar uma sonora goleada é do peru, né Trica?! E ainda por cima o Ourinhense dominou a partida e teve bem mais chances de gol. Se não fosse o goleiro “Trinquense” a goleada seria maior. O Ourinhense está na fúria do gato louco ou o Trica FC jogou com a formação errada? Trica perde dentro de casa para o Ourinhense por 4x0, perdendo assim a oportunidade de ficar na liderança isolada da competição. Trica jogou no esquema 4-3-3 jogando pelas laterais e o Ourinhense jogou também com 4-3-3, pelo meio.



Rolantense está fazendo de tudo para conquistar o Bi-campeonato. Mostrando sua técnica, derrotou o Grêmio Garibaldi por 4x2 com uma grande folga na maior parte do tempo na partida. Se o goleiro do Rolantense não tivesse salvado tantos chutes, seria caixão e vela preta para a sua equipe. O Grêmio tentou de todo jeito tirar ponto deste jogo para sair da incômoda zona de rebaixamento. Jogou no esquema 4-4-2, tentando anular a tática do adversário mas não deu. O Rolantense conseguiu dominar o campo defensivo com o 4-4-2 e consolidou a vitória. Rolantense, com esse resultado, assume a liderança com 19 pontos e o Grêmio Garibaldi fica na 11ª posição com 8 pontos.

por André de Andrade
Escrito por Eduardo Weber Scharf às 18:31
20/08/2008

Seguindo os Passos

Alguém já parou para pensar na real importância dos “Tops”? Muitas pessoas miram neles como uma meta, alguém que você precisa desafiar e vencer. Mas além disso, bem além disso, quais os benefícios que estes dirigentes “no topo da montanha” nos trazem? Não digo que também é importante pensar nisso para levar seu time até lá com eles, de forma alguma, mas é curioso refletir a respeito.

É perceptível que o principal papel dos (em teoria) melhores dirigentes do mundo está relacionado às táticas de jogo. As observações que eles fazem para si próprios ficam marcadas nos jogos disputados, nas suas táticas e contra-táticas estudadas pela “ralé”, que luta para também servir de exemplo no futuro, na mesma posição que seus exemplos de hoje. Mal comparando, seria como um recém-formado em Artes Cênicas estudar todas as peças e novelas do Tarcísio Meira para um dia chegar ao mesmo patamar deste grande ator.

Mas eu, particularmente, tenho percebido que a principal contribuição dos “Tops” para os demais dirigentes não está no nível de jogo, e sim num elemento simples chamado comunicação. Por quê? Simples! É muito difícil saber o que se passa na cabeça de um dirigente somente olhando para a tática utilizada em determinado jogo; algumas vezes isso vira uma espécie de adivinhação. Mas quando ele FALA abertamente o que pretendia, então temos (e digo em nome da “ralé”) uma mente muito mais aberta em relação ao que nós podemos fazer por nossos próprios times.

Um grande exemplo disso é a série de matérias que a The Zone começou a veicular na edição passada. “Um Olhar Sobre os Atributos” nos traz a parte “não-prática” das observações dos “Tops”; um instrumento de que nós (a “ralé” novamente) podemos nos utilizar para olhar cada jogador do nosso time e reavaliá-lo, melhorando nossa competitividade. É claro também que os “Tops” erram; quem disse que é fácil estar no topo? Mas cabe a cada um examinar os passos de quem sabe onde está pisando para saber também onde colocar os próprios pés.

por Murilo Gaspar Pascuotte
Escrito por Eduardo Weber Scharf às 23:43
17/08/2008

Notícias da Semana

Season Cup
Estão abertas, até final do mês, as inscrições para as Copas Oficiais Season. Nelas você disputa somente com times que entraram no ManagerZone na mesma temporada. A grande maioria dos dirigentes considera essa copa o melhor indicador de evolução da equipe.

Simulador
Anda rolando uma discussão no fórum, sobre a existência ou não de dois simuladores distintos. Os dirigentes concordam que existe, mas na hora de explicar as diferenças cada um tem uma tese diferente. A galera já "inventou" mais de 5 simuladores.

Copa ManagerZone Brasil
Todos os times do CB e Div1 entraram na competição. Na Div2 e Div3 foram 97% de inscritos. A Div5 sozinha tem mais participantes que as cinco divisões superiores. E a Div6 somada coma Div7 tem 60% dos participantes. (fonte sdorsi)

Victory Cup 2008
O Brasil está representado por 1587 times. O campeão receberá 150 dólares em bônus na Amazon.com. Tradicionalmente os vencedores dessa copa são times suecos, será que dessa vez o Brasil (ou a Argentina com seus 2775 inscritos) consegue vencer?

Campeonato Brasileiro
Trica FC e Flavio Anseloni Futebol lideram a competição com 18 pontos. Rolantense F.C. vem correndo atrás com 15. A Rodada 8 está chegando e não tem time morto ainda. Mas o Flávio tem uma ótima chance de passar o time do Sylvio e assumir sozinho a liderança.
Escrito por Eduardo Weber Scharf às 06:30
13/08/2008

Com a Palavra, os Cartolas

Perguntamos aos leitores da revista The Zone sobre suas preferências no Mercado de Transferências. As quatro melhores respostas vocês podem ler a seguir:

Na hora da compra dos jogadores, o que você avalia nele realmente? A idade e a experiência influenciam no valor?


igorsilva: Sobre essas transferências, eu acredito que algumas saem por muito dinheiro pelo fato do dirigente precisar do jogador; então ele oferece bastante para garantir a compra. Quando eu vou ao Mercado de Transferências, procuro ver a idade, se tiver menos de 30 anos eu acho que não apresentará problemas. Experiência eu nem olho, até porque geralmente os jogadores mais velhos têm mais experiência. Se eu for comprar um atacante, é claro que o principal será o Chute, Velocidade, Resistência e Controle de Bola. Mas se ele tiver só isso não costumo comprar, pois ao meu ver ele não é um jogador completo. Para mim, qualquer jogador bom tem que ter um número razoável de bolinhas em todos os atributos.

rodrigobage: Acredito que a compra de um jogador deve ser analisada pela necessidade que o time tem em uma determinada posição. Sendo assim, devem ser considerados fatores como idade, experiência, valor e perspectiva de melhora ou não do jogador a ser adquirido. A compra nunca deve ser um ato impulsivo sem um prévio estudo das ofertas do mercado e mesmo pesquisa com dirigentes sobre jogadores que ainda não estejam, mas que o dirigente tenha interesse em vender. Quem compra por impulso ou coceira no bolso, acaba cometendo o mesmo erro de vários times de futebol do nosso país.

mio_pascuotte: Acredito que exista hoje uma discrepância no que diz respeito à valorização de jovens e velhos no mercado. Se está comprovado que os mais experientes jogam melhor, por que os jovens saem por preços maiores? Certamente o tempo de uso de um jogador com 26 anos será maior que um com 32, mas atualmente o preço compensa essa diferença. Confesso que freqüento muito pouco essa parte do jogo, portanto me baseio somente nas minhas próprias observações. Da minha parte, quando vou ao mercado, procuro estritamente por aquilo que posso comprar, já com vistas na relação idade/valor. Por exemplo: um jogador com 30 anos e valor inicial de 100 mil já me atrai, mas um de 26 anos com valor de 4 milhões passa direto pelo meu olhar.

adicionaae: Eu avalio o jogador conforme minha equipe está precisando. Um jogador experiente joga mais que um jovem, apesar da maioria do pessoal optar pela segunda opção; isso varia muito do planejamento de cada dirigente e do poder aquisitivo de cada clube. Eu tento mesclar a equipe com algumas promessas e veteranos jogando juntos. Quem assiste às partidas e observa seu time semanalmente observa que a experiência acaba pesando em certas ocasiões, como em uma decisão por pênalti ou em uma prorrogação. O fato é que se seu time está com um bom caixa, compensa comprar aquele craque de 21 anos que vale 6 ou 7 milhões. Mas também aquele jogador se aposentando, que tem praticamente as mesmas bolinhas ou até menos e que no mercado acaba saindo por 2 Milhões, irá jogar bem mais que aquele craque que tem um grande futuro pela frente. Basta cada dirigente decidir se quer formar um time para o futuro ou para o presente.
Escrito por Eduardo Weber Scharf às 00:18
08/08/2008

Departamento Juvenil

Muitos dirigentes, principalmente os iniciantes, abrem o Departamento Juvenil (DJ) e pedem logo de cara os 16 juvenis. Passando as três temporadas, os atletas se profissionalizam e entram para a folha de pagamento do Clube, e surgem mais 16 novos juvenis. Então o cara sobe de uns 25 atletas para mais de 40 e fica apavorado pensando que não dará conta de treinar tanta gente - e muitas vezes acaba vendendo os recém formados que poderiam render muito no time e depois no mercado. A dica para evitar essa catástrofe é seguir o esquema escadinha (ou inventem algum nome para isso), pedindo 5+5+5.

Na primeira temporada com o Departamento Juvenil funcionando, peça somente 5 moleques. Como você vai fazer para enviá-los ao CT ou definir quais atributos treinar, isso é contigo (ou com outra matéria futura), o importante é controlar a vontade de pedir mais atletas. Então na segunda temporada - quando todos os 5 juvenis estiverem com 16 anos - você amplia o DJ para 10 lugares, chegarão mais 5 garotos com 15 anos. Agora você já tem como enviar juvenis durante a temporada inteira para o CT e deve lembrar de não atolar todos num único atributo quando treinarem no clube.

Terminando a temporada, os primeiros juvecos terão feito 17 anos e os que entraram nessa mesma estarão com 16 anos. Iniciará a terceira temporada e você amplia o DJ para 15 atletas (ou para 16 mesmo, tanto faz). Serão mais juvenis do que o CT comporta durante a temporada (mas já deve ter algum pereba travado mesmo, então não é problema), terá no mínimo 11 garotos treinando "em casa" e alguns deles - se você for iniciante - já no time principal. Então quando essa temporada terminar, aquela primeira leva com 5 promessas tornar-se-ão (!) profissionais assalariados e 5 novos garotos entrarão no DJ.



Você acaba de iniciar o ciclo, esses 5 formados passarão pelo teu crivo de qualidade, alguns permanecem, alguns vão embora, e temporada seguinte mais 5 passaram por essa mesma peneira. Facilita bastante o controle de quem deve ficar no time e por quanto tempo ficar. E agiliza o controle de treino e participação no mercado. Esperamos que vocês tirem o melhor proveito de seus juvenis.
Escrito por Eduardo Weber Scharf às 23:44
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Confira quem são os verdadeiros donos dos jogadores que defendem 14 times do país
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